Novo Decreto 12.688/2025: o que muda para quem compra embalagens plásticas?

O Brasil entrou em uma nova fase da economia circular.

Com a publicação do Decreto nº 12.688/2025, o Governo Federal estabeleceu novas regras para a logística reversa de embalagens plásticas, criando metas progressivas de recuperação e exigências relacionadas ao uso de conteúdo reciclado nas embalagens.

Na prática, o decreto amplia a responsabilidade das empresas sobre todo o ciclo de vida das embalagens, incentivando a rastreabilidade, a reciclagem e a reutilização de materiais pós-consumo.

A medida também fortalece o papel da indústria na construção de processos mais sustentáveis e alinhados às exigências ambientais do mercado atual.

O que muda com o novo decreto?

Entre os principais pontos da nova regulamentação estão:

  • Metas nacionais progressivas de recuperação de embalagens plásticas;
  • Ampliação das exigências para embalagens primárias, secundárias e terciárias;
  • Incentivo ao uso de matéria-prima reciclada;
  • Prioridade para cooperativas e cadeias de reciclagem estruturadas;
  • Maior fiscalização e possibilidade de penalidades em caso de não conformidade.

As metas começam a valer já em 2026 e avançam gradualmente até 2040, aumentando a pressão por adaptação tecnológica e adequação operacional das empresas.

Além disso, o decreto reforça que as metas de conteúdo reciclado e recuperação precisam caminhar juntas. Ou seja: não basta apenas reciclar. Será necessário incorporar soluções sustentáveis de forma estratégica e comprovável.

Embalagens de agrotóxicos entram nessa regra?

Um ponto importante do Decreto está no Art. 2º.

Embalagens que já fazem parte de sistemas específicos de logística reversa, como é o caso das embalagens de agrotóxicos enquadradas em sistemas já regulamentados, não entram nas regras deste decreto e continuam seguindo sua legislação própria.

Porém, as embalagens plásticas que não estão abrangidas por esses sistemas específicos precisarão se adequar às novas exigências, especialmente a partir de 2026, quando começam as metas relacionadas à recuperação e ao conteúdo reciclado.

Metas progressivas até 2040

O decreto estabelece metas progressivas ao longo dos próximos anos.

Entre elas, está a previsão de aumento gradual do percentual mínimo de conteúdo reciclado nas embalagens plásticas, começando em 22% em 2026 e podendo chegar a 40% até 2040, conforme o tipo de embalagem e os critérios definidos pela regulamentação.

Isso demonstra que a adaptação não será apenas imediata, mas contínua, exigindo planejamento estratégico e atualização constante das empresas e fornecedores.

Esse cenário reforça a importância de as empresas avaliarem, desde agora:

  • Quais embalagens utilizam;
  • Em qual enquadramento elas se encaixam;
  • Se seus fornecedores já estão preparados para atender às novas exigências regulatórias;
  • E se existe rastreabilidade adequada dentro da cadeia de fornecimento.

E onde entra a Velaplast nisso?

Enquanto parte do mercado ainda busca maneiras de se adaptar às novas exigências, a Velaplast já desenvolve soluções alinhadas com esse novo cenário.

Nossas linhas Eco1, Eco2 e Eco3 foram pensadas justamente para unir desempenho técnico, responsabilidade ambiental e aproveitamento de conteúdo reciclado em diferentes níveis de aplicação industrial.

Mais do que atender uma exigência regulatória, acreditamos que sustentabilidade precisa gerar eficiência, rastreabilidade e competitividade para a indústria.

Por isso, investimos em soluções que ajudam empresas a se posicionarem à frente das novas demandas do setor, com embalagens preparadas para uma realidade cada vez mais orientada por economia circular, logística reversa e responsabilidade ambiental.

O futuro da indústria será cada vez mais sustentável

O Decreto 12.688/2025 não representa apenas uma nova obrigação legal.

Ele sinaliza uma transformação definitiva na forma como o mercado irá enxergar produção, consumo e descarte de embalagens nos próximos anos.

Empresas que começarem esse movimento agora terão:

  • Mais previsibilidade;
  • Mais segurança operacional;
  • Maior vantagem competitiva diante das novas exigências do mercado.

A sustentabilidade deixou de ser apenas diferencial.

Agora, ela faz parte da estratégia.

Sua empresa já está preparada para esse novo cenário?

Fale com a Velaplast e descubra como nossas soluções podem ajudar sua operação a atender às novas exigências do mercado com mais eficiência, segurança e responsabilidade ambiental.

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